Análise Mensal à Atividade Turística – Principais Conclusões



Em Janeiro, 79% das empresas de Restauração e Bebidas registaram quebras de faturação acima dos 61%. A conclusão é do inquérito Mensal da AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, realizado no mês de Janeiro.

Conheça mais conclusões deste inquérito:

 

Restauração e Bebidas – Principais conclusões:

FATURAÇÃO:

— 79% das empresas de restauração registaram um quebra superior a 61% na faturação de janeiro, face ao mês homólogo;

— Em fevereiro, face às estimativas de faturação, 53% das empresas não irá conseguir suportar os encargos habituais (pessoal, energia, fornecedores e outros);

— 36% das empresas ponderam avançar para insolvência, caso não consigam suportar todos os encargos.

 

FUNCIONAMENTO:

— 51% das empresas indicam estar com a atividade totalmente encerrada;

— 26% estão a funcionar em take-away e delivery.

 

SALÁRIOS E EMPREGO:

— 18% das empresas não conseguiram pagar salários em janeiro, e 18% apenas pagou uma parte;

— Desde o início do estado de emergência, 44% das empresas efetuaram despedimentos. Destas, 53% reduziram o quadro de pessoal entre 25% e 50%, e 19% reduziram em mais de 50% os seus postos de trabalho;

— 19% das empresas assumem que não vão conseguir manter todos os postos de trabalho até ao final do 1º trimestre de 2021.

 

LAY-OFF SIMPLIFICADO:

— 75% das empresas já recorreram ao Lay-off simplificado;

— Das que não recorreram, 29% optou pelo Apoio à Retoma progressiva e 14% não vai recorrer a estes apoios para poder efetuar despedimentos.

 

PROGRAMA APOIAR:

— 62% das empresas já formalizaram candidatura ao Apoiar.PT. Das que não o fizeram, 31% foi porque não registaram quebras superiores a 25% e 26% tinham capitais próprios negativos;

— 20% dos ENI já apresentaram candidatura ao Apoiar + Simples. 36% indicam estar excluídos, dos quais 29% é por quebras inferiores a 25% e 17% por não ter trabalhadores a cargo;

— 35% das empresas referem estar excluídas do Apoiar Rendas. Destes, 27% registam quebras inferiores a 25% e 17% tem capitais negativos.

 

Alojamento Turístico – Principais conclusões:

FATURAÇÃO:

— 56% das empresas de restauração registaram um quebra superior a 91% na faturação de janeiro, face ao mês homólogo;

— Em fevereiro, face às estimativas de faturação, 29% das empresas não irá conseguir suportar os encargos habituais (pessoal, energia, fornecedores e outros);

— 16% das empresas ponderam avançar para insolvência, caso não consigam suportar todos os encargos.

 

FUNCIONAMENTO E OCUPAÇÃO:

— 31% das empresas estão com a atividade suspensa, das quais 36% não sabe quando poderá reabrir;

— Em janeiro, das empresas em funcionamento, 42% não registou qualquer ocupação, e 32% indicou uma ocupação até 10%;

— Para o mês de fevereiro, mais de 65% das empresas estimam uma taxa de ocupação zero, e 19% das empresas perspetivam uma ocupação máxima de 10%;

— À data de preenchimento do inquérito, apenas 12% das empresas indicaram terem reservas para o período da Páscoa;

 

SALÁRIOS E EMPREGO:

— 26% das empresas não conseguiu pagar salários em janeiro, e 8% apenas pagou uma parte;

— Desde o início do estado de emergência, 28% das empresas efetuaram despedimentos. Destas, 29% reduziram o quadro de pessoal entre 25% e 50%, e 34% reduziram em mais de 50% os seus postos de trabalho;

— 8% das empresas assumem que não vão conseguir manter todos os postos de trabalho até do 1º trimestre 2021.

 

APOIO À RETOMA PROGRESSIVA:

— 40% das empresas já recorreram ao Apoio à Retoma Progressiva;

— Das que não apresentaram candidatura, 29% não recorreu por não ser elegível, 28% foi por opção própria.

 

PROGRAMA APOIAR:

— 50% das empresas já formalizaram candidatura ao Apoiar.PT. Das que não o fizeram, 20% foi porque não registaram quebras superiores a 25% e 11% tinham capitais próprios negativos;

— Apenas 10% dos ENI já apresentaram candidatura ao Apoiar + Simples. 38% indicam estar excluídos, dos quais 60% é por não ter trabalhadores a cargo e 5% por ter quebras inferiores a 25%;

— 21% das empresas referem estar excluídas do Apoiar Rendas. Destes, 25% o contrato não tem fins não habitacionais e 15% registaram quebras inferiores a 25%.

 

Poderá consultar os dados completos deste inquérito aqui

 

Fonte:  AHRESP, disponível em https://ahresp.com/2021/02/boletim-diario-ahresp-bda-216/

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